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Rio Grande do Sul tem o menor número de roubo de veículos da história

Agosto também teve o mais baixo indicador de crimes violentos de toda a séria histórica

  1. Publicado em 17/09/2025
Rio Grande do Sul tem o menor número de roubo de veículos da história

O Rio Grande do Sul está diferente. O Estado vive o momento mais seguro de sua história. Como se não bastassem as quedas consistentes dos indicadores, os números atuais são os menores desde o início da medição, em 2010. O que até então parecia algo impossível de acontecer vem ocorrendo e 2025 deverá ser mais seguro que 2024 e 2023. Agosto finalizou com o menor número de roubos de veículos da série histórica, assim como os crimes violentos letais e intencionais (CVLI). Do dia 1º ao dia 31 foram 123 delitos contra 126 apontados em junho do ano passado, uma baixa de pouco mais de 2%. No CVLI, são 92 ocorrências contra 93 apontadas em julho de 2024, que já era um recorde.

Planejamento e integração garantem os menores índices de criminalidade da história gaúcha

Vale destacar ainda que a cidade de Porto Alegre também registrou o menor número de roubo de veículos da série histórica. Em agosto deste ano foram 32 incidentes na capital gaúcha, 12 a menos que em junho de 2024, quando foram observadas 44 ocorrências, em uma queda de 27%.

 

Um dos meses mais seguros da história

Os homicídios caíram 24% na comparação com agosto de 2024, passando de 103 para 78. Já os casos de latrocínio baixaram de três para dois, queda de 33%. Nos crimes contra o patrimônio, os incidentes em transportes coletivos recuaram 23%, de 22 para 17. No campo, o abigeato continua em queda. Foram 245 situações contra 282 no mesmo período do ano passado, queda de 13%. Com isso, tais indicadores registraram os menores índices para agosto na série histórica.

Criminalidade segue em queda no Estado no acumulado do ano

Na comparação mês a mês, o Estado também apresentou retração de 12% nas ocorrências em estabelecimentos comerciais, de 364 para 322. Já os roubos a pedestre passaram de 1.237 para 1.239, enquanto as ocorrências bancárias variaram de zero para três. Os feminicídios subiram de cinco para oito.v

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