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3 horas atrás

O Rio Grande do Sul registrou 74.554 novas vagas com carteira assinada nos oito primeiros meses de 2025, resultado de 1.148.929 contratações e 1.074.375 desligamentos entre janeiro e agosto. Os números indicam um crescimento de aproximadamente 33% em relação ao mesmo período de 2024, quando o saldo foi de 56.184. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgados nesta segunda-feira (29/9).
O Estado foi o sétimo no país com maior saldo positivo no ano, atrás apenas de São Paulo (436,7 mil), Minas Gerais (153 mil), Paraná (108,8 mil), Bahia (88,7 mil), Santa Catarina (83,8 mil) e Rio de Janeiro (81,5 mil). A região Sul, por sua vez, ocupou o segundo lugar na geração de empregos no país, com 267.149 novos postos, em um ranking liderado pela Região Sudeste, com 690.306 vagas formais.
Desde 2023, a partir da criação da STDP no governo Eduardo Leite, o Estado já disponibilizou cerca de R$ 237 milhões para políticas públicas de qualificação profissional, de fomento ao empreendedorismo e de apoio ao trabalhador. Até então, não havia um investimento estadual tão abrangente como esse, capaz de contemplar a maior parte dos municípios e gerar impactos significativos na empregabilidade.
Números de agosto
Em agosto, o Rio Grande do Sul apresentou saldo negativo de 1.648 vagas formais, a partir de 126.175 contratações e 127.823 desligamentos no mês. Os cinco municípios com maior número de vagas formais criadas no mês foram:
Porto Alegre (710)
Passo Fundo (286)
Erechim (274)
Cachoeirinha (268)
Viamão (241)
Os serviços lideraram o ranking de empregos formais criados por grupamento de atividades no mês, com 3.507 novos postos de trabalho. A agropecuária ocupou a segunda posição, com a geração de 125 vagas. Já os setores da construção, do comércio e da indústria ficaram com saldo negativo no mês, com menos 529, 665 e 4.086 vagas com carteira assinada, respectivamente.
O secretário Sossella explica que os resultados negativos da indústria já eram esperados. “Os números refletem uma oscilação de setores como a indústria do fumo, principalmente na região do Vale do Rio Pardo, e do agronegócio. Por possuírem uma forte sazonalidade, impactam diretamente nos números do Estado. O governo seguirá investindo em políticas de qualificação profissional e de apoio às empresas para ampliar ainda mais as oportunidades aos trabalhadores”, reforça.